Wikipedia

Resultados da pesquisa

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

1º Encontro de Saraus

REUNIÃO DE ARTICULAÇÃO.

Saraus da Zona Leste estão articulando, atividade para reunir os saraus, um grande encontro de saraus está para acontecer, e aconteceu neste feriado dia 15, na Casa de Cultura Raul Seixas a primeira reunião entre os membros dos saraus, estavam presentes alguns coletivos como o Sarau do Urbanista Concreto, Sarau do Seu Camilo, Sarau do Vale, Sarau Ocuparte e o coletivo Femisystahs. A reunião começou as 14:30 hs com uma ata redigida, onde as ideias foram colocadas para a realização de um Sarausaço no dia do aniversário da Cidade de São Paulo, 25/01/2018, na Casa de Cultura São Rafael, foi criado um GT (grupo de trabalho) para irem articulando as necessidades para a realização do evento. Mas este encontro de hoje já podemos marcar como o 1º Encontro de Saraus da Zona Leste, e vamos que vamos valeu!

ENTRADA CASA DE CULTURA RAUL SEIXAS


SELF E FOTOS DE CARLOS OTELAC SARAU DO SEU CAMILO


 ROLANDO A REUNIÃO AO AR LIVRE.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

II - SARAU SÃO MATEUS

Sarau realizado no Instituto do Samba de São Mateus.


O dia da consciência negra, é a consciência do povo no dia-a-dia, por isso hoje foi realizado no Instituto do Samba de São Mateus – O sarau São Mateus da Consciência Negra, pra dizer que dia de consciência é todo dia, todo dia é dia de consciência, então pessoal estive presente neste maravilho evento, rico em cultura e conhecimento, apresentação das entidades sociais de São Mateus e região, e das Casas de Cultura São Mateus e São Rafael. Com a presença também dos CAPS infantil e adulto, e muitos convidados que participaram do sarau, foi muito gratificante participar deste momento. Teve também oficinas de Fanzine com Danylo Paulo – O Trovador Obscuro do sarau do Vale, oficina de Turbante e uma roda de conversa, sobre o povo Africano, recitação de poesias com microfone aberto. Confiram alguns momentos em fotos do blog coisasliterarias.com qie esteve presente ao evento, valeu!








































terça-feira, 7 de novembro de 2017

Resenhas Marginais.

INTENSIDADES
Por: Germano Gonçalves.

RESENHA do livro: “Intensos Sentimentos – uma vida de incertezas, de Gill Santos.




Tive o privilegio de ser presenteado com a obra: Intensos Sentimentos – uma vida de incertezas, de Gill Santos, e também de conhece – lá, por tanto, resolvi retribuir todo esse momento em uma resenha de sua obra, confesso que não foi fácil, pela qualidade e conteúdo da obra, rica em elementos poéticos, e com uma carga magnífica de valores que vem do coração, deixando a razão para segundo plano. Como a própria autora me disse, eu digo a vocês que caso leiam esta obra de poesia, mas com uma estética que segue uma história, um enredo no decorrer das poesias, quem ter a oportunidade de passar as vistas nessa obra, com certeza vai se familiarizar com a mesma, pois ela trata do amor entre as pessoas, as inseguranças deste amor, o medo, as incertezas, as dores, os sonhos, o ciúmes como vaidade, a posse e tudo aquilo que possa distanciar e vivenciar uma grande história de amor, ou aproxima - lá cada vez mais.
E logo nas primeiras páginas me deparei com o título do poema “Anjo” (p.30), pois assim que deveria ser a união entre o amor, como um anjo que está sempre a proteger, mas não vou citar aqui nem uma frase dos poemas e nem dos capítulos, pois é você leitor que vai ler, e tirar suas próprias conclusões, e realmente posso afirmar que vão adorar sonhar junto à autora nas páginas desta obra, reverenciar, emocionar ou se perder neste mistério chamado amor, e se é real ou ficção, são seus pensamentos que dirão caro leitor.  E realmente esta obra trata do amor a dois, mas que vem do coração de uma mulher, como deve ser observando no poema “Eu em você” (p.41), podemos notar o amor a dois como um só, um fazendo parte do outro vivendo um só amor. É o amor como paixão, notaremos nos escritos da autora que faz dos poemas um romance contemporâneo na estética, mas um romance lírico, como os grandes contos de histórias onde envolve o amor acima de tudo, mas carregado de incertezas, ou melhor, de precauções, de se remediar para não sofrer com as paixões, pois a autora nos mostra que o amor febril, nos traz desgostos, amarguras e se sofre muito até vir à cura.
O verdadeiro amor, nós estamos sempre à busca, e para que isso aconteça desde já lhes dou caros leitores umas dicas; busquem esta obra, se não encontrares o verdadeiro amor, encontrará força e fé para conquistá-lo, pois a autora nos leva as mais interessantes aventuras para encontrar o amor, como poderemos observar em: “Aqui estou” (p.53), por que o amor pode estar bem mais próximo do que nós imaginamos. Disse aqui que não colocaria nenhuma frase das poesias, mas me deparei com uma que não resisti, “Fujo de ti, mas não te esqueço. Como queria novamente aquele beijo...” (p.58), porque o beijo faz parte do amor, gostei e sei que gostarão também caros leitores, e assim fui passando as vistas nas páginas da obra de Santos, e pude notar que o amor não está preso somente a uma pessoa, e que ninguém é obrigado a ficar preso a um amor não correspondido, isso eu percebi em “Proibido” (p.61) e “Amantes” (p.63), não que a autora esteja fazendo menções à traição, no entender aqui que quero lhes passar, é que o amor pode acontecer em todas as situações, e assim vamos lendo a obra, e aprendendo que a palavra EU TE AMO é muito forte, cuidado ao dizer eu te amo é uma responsabilidade intensa.
Pois bem e vamos passando as vistas na obra, quando me deparo com um poema deste maravilhoso livro que faz um enredo aos poemas, “Eu disse sim”, (p.68) este poema deveria ser musicado daria uma bela canção, tão bela como a obra.
Essa obra no meu entender, e por estar resenhando a mesma, arrisco-me a dizer que ao ler os poemas vi assim um tempo que está muito distante das pessoas, o tempo da inocência, do verdadeiro amor, aquele tempo em que os homens eram amantes, apaixonados e mais românticos, a autora nos traz um amor fervescente, onde se entrega ao amor de corpo e alma, e é tão bom você reconhecer o amor, como a autora nos traz em “O gosto do engano” (p.69), sem contar quase que uma ode a paixão Santos nos traz: “Paixão” e “Garras da paixão”, (p.71 e 72), quase que como uma obrigação de amar, é isso mesmo caro leitores vocês vão poder apreciar, é só adquirir essa obra, pois a autora escreve com toda essa paixão que vem da alma, vem de seu coração, faz as coisas por amor, e caros leitores que não estão apaixonados, apaixonarão, aqueles que viveram grandes paixões recordarão, pois como já dizia o poeta, recordar é viver, e com está obra nada melhor do que recordar uma grande paixão.
E como é mágico ser poeta, ser escritor, aqui no caso escritora, eu já mencionou aqui neste humilde relato sobre a obra de Santos, como é forte dizer eu te amo, aí me encontro com duas pérolas literárias, vamos dizer assim porque é assim que vejo as poesias “Eu te amo! Não...” (p.76) e Eu Te Amo, (p.77), está última está no estilo acróstico que por sinal ficou maravilhosa, e a frase eu te amo precisa ser propagada, mesmo quando a autora nos diz que: (...) Uma única vez, mesmo sendo mentira (...), faz bem para o ego, e talvez para a auto-estima do ser, do ser que se senti amado.
Essa é a obra em que vos apresento em questão, relata o amor, a paixão, a intensidade desta química, que está espalhada aos quatro cantos do mundo, mostra também os perigos deste amor, da paixão desgovernada, com certeza leitores vocês têm que ler esta obra, para termos um mundo melhor para se viver, e para se amar, pois a autora nos passa que é possível amar e ser amado, e que só o amor constrói, e que a perda de um grande amor pode fortalecer outro amor dentro dos corações, bela obra, digna de quem faz as coisas com a alma, e de quem não tem medo de sonhar, e de lutar por um grande amor, se sairemos feridos ou não isso depende da forma que vamos amar, mas que a autora nos dá a dica, de forma intensa e apaixonante de que vale a pena, como já dizia Fernando Pessoa.
Após essa obra jamais se esquecera do amor que ficou para traz, sentira que o amor será perdoado, seja ele qual for, isso se pode notar na poesia “Reencontro” (p.88), e assim a autora nos leva aos mais pelos sentimentos, se são incertos ou não como Santos diz, isso somos nós que vamos desvendar, e viajar nas páginas desta obra, onde perceberemos todos os caminhos que o amor nos leva, o “Abandono” (p.90), “Ponto final” (p.91), “Dor de uma paixão” (p.93), “Nossa Melodia” (p.100) e tantos outros caminhos que a autora nos aponta em sua obra.
E por falar em obra, o livro está muito bem diagramado, capa que nos remete a refletir sobre a imensidão do mundo, e de seus amores, a estética que Santos, usou nos poemas, a ideia brilhante de discorrer seus poemas em quase que um enredo, nos apontando para leitura de um romance, a divisão dos capítulos bem elaborados. Um capítulo que me chamou a atenção e, por sinal muito bem elaborado, “Agradecimento” (p.147), pelo amor e pela amizade e pela luz deste amor.
No meu entender, gostei muito como a autora finaliza a obra, em particular observei que o capítulo 11 (p.163) intitulado “Morte”, seria que só com a morte acabamos com a dor, ou seria como se dizem nos casamentos: “Até que a morte nos separe”, ou seria tudo que a morte tem: - Destino, adormecer, medo, lagrima, vazio e fim. Fica aí leitores uma reflexão.
Voltando aos poemas da obra, Santos, nos traz aquilo que o amor proporciona, em seu poema “Loucura” (p.107), onde muitos perdem a noção do viver, por causa do amor e, retornam como quem aprendeu a amar, e não só essa loucura, mas aquela dor do amor, uma dor com esperança dela terminar, pois o tempo cura todas as dores, essas dores que estão presente na obra, me faz eleger o capítulo “Dor” (p.115) como um dos preferidos que li, mas fico com o capítulo “loucura” (p.157), que também traz essas dores do mundo, e assim vou finalizando esse texto a respeito desta obra que está intensamente magnífica e, cheia de sentimentos, para que possamos avaliar, e refletir junto à autora, parabeniza-a autora por este belo trabalho, sem incertezas, mas com toda a certeza de que não deixa a desejar por nenhuma obra de nossa literatura brasileira, valeu!



sexta-feira, 3 de novembro de 2017

"CONTOS MARGINAIS" - O LIVRO.

Contos Marginais.
Por: Germano Gonçalves.
Capa de Onézio Cruz.
Prefácio de: Shellah Avellar.
Textos orelha de: Guilherme Azevedo e Ari Batera.


Este é o meu primeiro trabalho, arriscando-me no gênero literário dos contos, são contos que escrevi por muitos anos no site: www.jornalirismo.com.br, do meu amigo e jornalista, agora do portal Uol, Guilherme Azevedo, resolvi selecionar alguns que intitulo de mini-contos, e juntar a outros contos que tinha em arquivo, por tanto publico o livro "Contos marginais" - Sejamos nós os marginais.
Por intermédio da editora de alta qualidade, Beco dos Poetas, que desenvolve um belo trabalho, tanto nos saraus que realizam quanto na publicação, é a maior satisfação ter entregado os meus textos, nas mãos de quem trabalha com respeito e honestidade, desenvolvendo suas atividades para o pessoal da periferia, e para todos os poetas e escritores, que quiserem publicar suas obras.
Falo isso com toda certeza, pois o meu livro, saiu mais do que o esperado, este que lhe apresento agora.
Na periferia é assim, por que a periferia é assim, gente querendo mostrar suas capacidades de expressar suas artes, querendo mostrar a humildade em tudo que se faz, querendo anunciar um novo amanhecer, de um novo povo, carregados de verdades e querendo provar a honestidade no dia-a-dia, dos homens pobres, mas de boa linhagem; ilustres personagens de uma comunidade onde não só tem sofrimentos e ferimentos, mas também alegrias, entusiasmo e muitos contentamentos, pelos objetivos alcançados, como está obra: Contos Marginais, que vem pra dizer que na periferia também existe gente de bem, que quer embarcar no trem da felicidade.
Este é um trabalho desenvolvido pelo escritor e poeta Germano Gonçalves, também conhecido como – O urbanista concreto, que realiza o Sarau Urbanista Concreto, na
Organização FORÇA CULTURAL – Fomento a arte, cultura, esporte e mídias sociais, um espaço que abre as portas para a cultura de periferia, onde descobre muitos talentos, nos mais variados segmentos da arte, e varias atividades como: Yoga, Meditação, fonoaudióloga, nutrição, Ginástica terapêutica para terceira idade, artesanato, música, áudio, vídeo, jornalismo, Literatura e oficinas artística espaço para apresentações e prestação de serviço para população. Seu presidente Ari Batera e esse escritor vem ao longo dos anos, realizando projetos de incentivo à leitura em sua região, tem o lema de que: “A nossa arma é o livro na mão”, e “Não seja refém da ignorância LEIA”. Germano é fascinado por sua periferia na zona leste de São Paulo, e vê muitos personagens de talento, e acredita no potencial de um por um, pois sempre diz: - a arte tem que ser transformadora sempre.. Com esta obra o escritor dá continuidade em seu projeto, que desenvolve no bairro Pq. São Rafael transformá-lo em um bairro de leitores. Germano um guerreiro e ativista cultural, escritor, poeta e professor de história está ligado, as ações culturais de periferia. São contos do cotidiano de uma periferia, os sonhos e os objetivos de um povo que sofre com o descaso do poder público, e a árdua vivência de um povo periférico, que não só sofre, mas também luta e articula a cultura, em busca de um lugar melhor para se viver.
Por que queremos, construir, anunciar, criar e deixar um legado, para termos um lugar melhor para se viver, sem preconceitos para transformar o nosso meio, valeu!