segunda-feira, 17 de julho de 2017

Resenhas marginais - UMA FESTA PARA UM LOBO.

Resenha do livro de: Joseiane Alvarez – A festa do lobo.


UMA FESTA PARA UM LOBO.
Resenha do livro de: Joseiane Alvarez – A festa do lobo.

Os contos de fadas são realmente encantadores, e quem é escritora no caso aqui, pode encantar muito mais essas histórias, incrementando-as, enchendo-as de imaginação, mudando as vezes o contexto da história, pois muito desses contos infantis, já são de domínio público certo? E nossa autora aqui em destaque fez isso e por sinal muito bem, por ser um livro infantil aonde vem carregado de ilustrações, não vou mencionar aqui a qualidade das mesmas, mas já adianto que o livro de Alvarez tem conteúdo e qualidade. Você leitor deva já estar se pensando no lobo mau da historinha do Chapeuzinho vermelho não é mesmo? Tudo bem é esse lobo mesmo, mas com um detalhe que Alvarez colocou perfeitamente, um lobo bom. – NAQUELE MÊS, O LOBO IA FAZER SUA FESTA DE ANIVERSÁRIO PARA COMEMORAR COM ALGUNS PARENTES E AMIGOS (P.03). Destaco aqui em letras maiúscula, ou em caixa alta algumas frases que são do livro, e a autora escrevem todo o livro neste estilo, pois bem já deu para notar que o lobo é do bem, ufa... Assim dá pra continuar a resenha, e vocês a leitura.
No decorrer das páginas, vocês leitores notaram que é uma imensa lista de convidados do lobo, isso a autora pensou bem, e digo melhor se saiu muito bem, reuniu todos aqueles personagens das estórias infantis, logicamente que no livro quem reuniu o pessoal foi o lobo, que convidaram todos eles não queria deixar ninguém de fora, realmente é um lobo muito bom, A BRUXINHA É A PRÓXIMA CONVIDADA DA LISTA DO LOBO (p.07), isso que é ser um lobo bom convidou até uma bruxa.
Pois bem outra característica que eu particularmente achei fantástico no livro, foi que a autora, trouxe para a modernidade, todos esses personagens de época atrás, pois essas histórias se já são domínio público, deva ter mais de um século que foram escritas, e nossa autora insere no livro o computador e o celular, é isso mesmo pessoal, pensem no lobo fazendo os convites no computador, e convidando os parentes e amigos pelo facebook, da até pra imaginar o Lobo criando um evento em sua página da rede social, muita criatividade da autora, belíssimos trabalho, e ainda tem mais, imaginem o Lobo passando mensagem, passando um WhatsApp para seus convidados, imaginem o Lobo e até mesmo outros personagens conectados na Web para responder para o Lobo, não é interessante.
No computador convite para CHAPEUZINHO. MINHA FESTA DE ANIVERSÁRIO SERÁ DIA 20 DE OUTUBRO ÀS 18:00h...(P.09).
No celular convite para os Três porquinhos. MINHA FESTA DE ANIVERSÁRIO SERÁ DIA 20 DE OUTUBRO. ÁS 18:00H, NA MINHA CASA NÃO FALTEM! LOBO. (p.11).
Sim eu acho muito interessante, mas vou ter que me reservar, pois não posso aqui contar o livro todo, vocês leitores que terão que ter a vontade imediata de adquirir a obra, pois muita coisa interessante ainda tem nas páginas deste livro, as ilustrações como mencionei que não iria dar minha opinião, mas esta muito bem desenvolvida, o livro em si, muito bem diagramado e principalmente muito bem escrito, com uma imaginação que a autora soube colocar no papel, com uma carga rica de detalhes e dignos de uma verdadeira historia infantil, para prender mesmo a atenção dos pequenos, mas também ser admirado pelos grandões seja para ler para os pequeninos, ou para conhecer o mundo encantado dos livros infantis, que a autora nos traz muito bem criado.
Parabéns para a autora, longa vida na sua carreira de escritora, que venha realizar todos os seus objetivos no caminho das letras, que esta obra venha lhe render bons frutos, não somente financeiramente, mas socialmente, que seja mais uma autora a incentivar à leitura. Continue com essa bela imaginação, que tenho a certeza que encantará muitos leitores.
Esta história mostra um Lobo um pouco diferente, e essa diferença eu já mencionei aqui, mas vocês caros leitores, observarão muito mais, e agora quero deixar todos como se diz nos ditos populares:
Com a pulga atrás da orelha. E sabem por quê:
Será que o lobo, como nós conhecemos como o Lobo mau, vai conseguir reunir o pessoal para sua festa de aniversário, não será uma armadilha do Lobo, isso vocês só vão descobrir lendo essa maravilhosa história, você iria a uma festa para um Lobo.


Valeu!


sexta-feira, 14 de julho de 2017

Resenhas marginais - FAVELA MORAR NELA TODO DIA.


Resenha da obra: Favela – pra quem viveu e já viu, de Alexandre Peppe.




FAVELA MORAR NELA TODO DIA.
Por: Germano Gonçalves – O urbanista Concreto.

Esta resenha é escrita pra você que acredita na literatura urbana marginal periférica.
Salve!
Algo de notável ao ler a obra de Peppe, que nos traz com um belo romance em se tratando de literatura, mas aqui ele discorre sobre os acontecimentos, sofrimentos, ferimentos e vivência do dia-a-dia da favela, de quem realmente vive ou viveu nela, e mistura tudo isso, como sobrevivência, nos mostra o que é escolher um caminho, um destino e um estilo de vida. Em se tratando de vencer na vida a qualquer custo. O notável aqui fica nas palavras de Peppe, pois aqui a frase:
“O crime não compensa” cai em contradição, ou ao menos faz o leitor pensar, e sabem por quê: Logo na introdução da obra ele já nos mostra que se fomos entender a favela pelo dicionário, seria uma grande piada, pois a favela vai, além disso, é um mundo.
A obra por sinal, muito bem escrita, carregada de elementos naturais de uma localidade, pois ele nos fala dos jovens, das crianças, e das pessoas que vivem na favela, são pessoas honestas, nos mostra que na favela, pobre é aquele de espírito, o soldado do cão, e ainda por cima tem os Zé povinhos.
Aqui não cabe avaliarmos o autor, mas sim sua obra em termos literários, essa resenha a qual tomei liberdade de escrevê-la após a leitura da obra, procurarei passar para o leitor, o quanto é importante ler está obra, como as obras clássicas de nossa literatura, aqui caro leitor possa ser que encontre ficção, mas a verdadeira ação esta em cada passo que o autor nos dá no decorrer do romance, e nesses passos o autor nos traz, as injustiças e os descasos públicos, perante a favela, a polícia corrupta, os governantes irônicos, os religiosos charlatões e o tal jeitinho brasileiro que é imposto, todo mundo querendo se der bem.
Vamos adquirir sim essa obra, pois ela é uma arma que devemos carregar, porque ela mostra aquilo que a mídia sensacionalista jamais irá mostrar como é uma favela. O autor nos mostra na obra o que a TV faz com a população, fala dos programas, capazes de causar impacto, de chocar a opinião pública, sem que haja qualquer preocupação com a veracidade.
O autor ainda nos faz uma sugestão sejamos filósofos e tornemos pensadores, é disso que a favela precisa.
Não que eu tenha que ser breve, mas tenho que me ater, aos detalhes e a minha verificação sobre a obra, daria para escrever a obra da obra, mas aí é com Peppe, ele sim soube fazer uma obra dessa natureza, por tanto, caros leitores vocês vão se deliciar nas páginas deste livro.
Quero aqui mencionar um pouco de que vão encontrar no livro, os capítulos estão bem colocados, uma estética harmoniosa, pois o autor nos apresenta um destaque em todos os títulos dos capítulos, temos a ideia de que os textos dos capítulos realmente vão causar impacto; chocante. Possa ser que seja um estilo próprio do autor, já que em outra obra sua, que não vou citar aqui o nome, ele também faz uso deste estilo.
Esta obra pra quem não é da favela vai sentir-se na própria favela, e quem já é vai ter orgulho de ser. Já que o autor passa por vários momentos ocorridos na localidade, e nos traz as amizades e as sinceridades do povo que habitam o espaço. As incertezas e as certezas de quem quer viver na favela para a favela, nos atenta para a realidade do crime, das drogas, mas também da fé e da arte, para aqueles que querem se aventurar nas noites, junto aos eventos espalhados pelos quatros cantos da favela.
Nesta obra você leitor vai fazer uma viagem, volta à favela em 191 páginas, vai se deparar com tudo o que rola dentro das favelas e nas periferias, pois o autor menciona muitos bairros da Zona Norte, e também faz um relato de todas elas, Sul, Leste e Oeste, onde o reduto era o samba, agora o Funk. Favela é lugar de Samba, Favela é lugar de Funk, de crianças, de adolescentes, jovens e adultos e tudo um pouco. Favela é lugar de samba, Favela é lugar de alegria. A noite vem chegando, o transito de domingão vai diminuindo. O Samba come até as últimas, (p.64).
É do saber que estamos falando da favela, e favela também é lugar de bem. Gostei muito da passagem em que Peppe nos traz uma ideia, mas sem contraste nenhum, nem ao menos social – “Se o que acontece em VEGAS fica em Vegas, o que acontece no BAILE fica no Baile” (p.53), um alerta de tudo que rolar em um baile Funk, ou até mesmo na favela, fica somente com quem frequenta, pois na favela a união prevalece. Mas o autor com certeza vai prender a atenção do leitor com as menções que ele faz com o pessoal da música e toda uma personalidade que envolve a favela como símbolo de uma nação.
Mas caro leitor isso eu tenho que mencionar, o livro é forte, é pesado, com passagens que vai te indignar e até mesmo te revoltar, (...) e a velha acusa Jackeline de seduzir seu desprezível e imprestável marido e a expulsa de sua casa (...). (p.84).
Se o livro é pesado; contém temas adultos, também nos leva a fazer uma reflexão: “Ninguém está nem aí pra Favela”. Aqui só chega policia querendo extorquir os traficantes, perseguir usuário, maltratar o pessoal humilde e mostrar poder para as pessoas honestas. Aqui não chega pavimentação, investimentos governamentais em famílias e na urbanização e ações sociais, passam longe, ninguém da oportunidade para quem mora na favela, mas como o livro diz, favela pra quem viveu e já viu, sabe como que é! Eu arrisco dizer:
Se cadeia é pra homi, favela também é.
Não posso deixar de dizer, que o romance traz toda uma vivência de uma favela, A fé, a cocaína, o crak, a cahaça, o samba, o Funk, as religiões, mencionando os crentes, no capítulo: “O Deus dos Crentes” (p.82), mas sem discriminação ou preconceito contra religiões. Por tanto, caro leitor não vão passar despercebidos pelas páginas desta obra.
Quero dizer que o autor soube dissertar bem a temática do romance. Além disso, tornou o tema mais real, escolheu parte que domina sobre o assunto tratado, pois mostra que tem bagagem e, na obra tende a voltar à condição verídica dos fatos o original, ao ponto de origem que aparece com regularidade, muito boa essa obra, aposto que quem ler não vai se arrepender, e possa até ficar ansioso para ler mais obras de Peppe.
Essa obra tem que entrar nas favelas, se já não entrou, mas também tem que entrar nas escolas, pois os jovens ainda hoje em dia, repugnam quem reside na favela, ainda agem com atitudes agressivas – sejam elas verbais ou físicas – que acontecem sem aparente razão ou motivação clara.
E esta obra pode ser um fator determinante para que se compreenda essa situação, levando o conhecimento para os demais em forma de livro, pois podem pensar que se um escritor escreveu sobre a favela é porque ali também é lugar de gente importante.
E posso afirmar que aqui nesta obra, não tem nada de que os jovens já não sabem, em relação a drogas, sexo fácil, tráfico, dinheiro fácil e toda uma situação cotidiana de um lugar chamado favela, eu disse aqui o livro é forte é pesado, mas não é nenhuma alusão ou apologia a qualquer que seja a narrativa, mas sim um alerta.
Para encerrar essa minha resenha, quero colocar aqui alguns pontos que achei importante, perante a obra e aos personagens Wellington e Digo, atente-se leitores para: “No último culto de Digo em sua igreja sua ministração foi...(p.103) leiam. Ajudar pessoas carentes e desfavorecidas, isso era o que Digo sabia fazer melhor.
E não poderia de encerrar essa, dizendo a vocês leitor que o romance está em volta do personagem Rafinha, o Da Corte, que a meu ver, e passo aqui pra vocês leitores, mas que vocês terão a própria opinião após ler o livro, eu particularmente, entendo que o autor nos quer passar que temos que pagar um preço alto pelas nossas escolhas, e tem quem paga pra ver, pois tem sempre aquele que acha que o céu é o limite.
Procurei aqui não mencionar muito das páginas do livro, porque quero que você leitor compre o livro e, tire suas próprias conclusões, mas quero adiantar que vale muito a pena ler esta obra, por que ela é escrita sobre a favela, mas também é para o pessoal da academia apreciar, e sentir o gosto da FAVELA MORAR NELA TODO DIA. Boa leitura.

Valeu!


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Resenhas marginais - AMARGA PAIXÃO.

Resenha do livro: “Amarguras de uma paixão, de Marah Mends.


AMARGA PAIXÃO.
Por Germano Gonçalves.

Falar de amor seria a mesma coisa de falar sobre paixão? Isso meus caros leitores vocês terão que descobrir lendo essa maravilhosa e empolgante obra, que traz a paixão como ela é um sentimento humano intenso e profundo, marcado pelo grande interesse e atração da pessoa apaixonada por algo ou alguém. E a autora vem resgatar a paixão, onde ela mais flui, na adolescência, entre os jovens que freqüentam a escola, onde acontecem muitos contrastes sociais, e os comentários de beleza, auto-estima e até a prática das formas de atitudes agressivas – sejam elas verbais ou físicas – que acontecem sem aparente razão ou motivação clara, é isso nos deixa uma reflexão que vai persistir na leitura, e você leitor terá que refletir se; Quem ama não maltrata, ou a pertinente frase – “Fiz por amor”.
É isso que vai ligar firmemente, você e a obra. Notarei que a autora nos passa ficha de alguns personagens do romance, eu achei uma ideia brilhante colocar essa descrição conjunto dos dados relevantes de algo ou alguma coisa e dados pessoais.
Pois bem vamos à obra. Capítulo I a Chegada (p.31), Bem vindos à Mogi das Cruzes, é aqui que passa todo o romance juvenil de Marah Mends, mais precisamente em uma escola local, a chegada na nova vizinhança, de novos alunos, à volta ás aulas, muitas novidades entre os adolescentes, as amizades leais, novas amizades, novas paixões, acompanhadas de intrigas e muito interesse pessoal.
Veja só temos um novo vizinho pintando na Vila! As menininhas adoraram. O tal parece ter agradado aos paladares mais exigentes. (p.33).
Considerei muito achei apropriado, a autora em seu romance usar um local como uma escola, e essa escola sendo a mais popular de Mogi das Cruzes, e ainda por cima levar o nome de Mario de Andrade. Homenagem ao grande poeta, musicista, professor, folclorista, participante da Semana da arte moderna de 1922. (p.43) este é o fim a que se destina.
E vamos além nessa obra, tudo que surge de novo, uma causa, uma ideia, uma conquista vai causando um desejo irrefreável de possuir ou gozar o que é de outrem, isso a autora nos traz muito bem elaborado em sua obra.
Penso eu, mesmo porque Mends já foi adolescente e estudante, tenta passar aquilo que é falado ou comentado reservadamente, ou espalhado como boato ou suposição; mexerico, que vai servir de virtude que consiste em evitar a precipitação nos juízos, a imprudência, a impulsividade na conduta.
Sinceridade, amiga? A única coisa que realmente quero pegar é no bumbum daquele carioca. (p.53). Aqui a paixão como o amor se completa, entre os adolescentes e suas amizades.
E o romance vai se passando, no ambiente escolar, e mais legal ainda nessa obra é que, a autora nos resgata aquilo de mais importante dentro de uma escola, o grêmio estudantil, mas com alunos dedicados, interessados em melhorias para o ambiente escolar, e mais ainda fazer da escola um lugar agradável para se participar, envolver a comunidade e todo o entorno em assuntos sociais e culturais. No intervalo após as duas primeiras aulas, Andréia, Regina e Priscila correram para a sala do grêmio. Precisavam acertar com os outros secundaristas, os últimos detalhes para a reprodução em série do jornalzinho semanal. (p.82). E é um corpo de estudantes muito atento nesse grêmio, que fazem até o papel de jornalista.
A autora também soube colocar bem as divergências que sempre acontecem no meio dos alunos, isso meus caros leitores vocês vão perceber bem, quando lerem essa obra. Uma obra dessa natureza deve estar é dentro das escolas, pressinto que colaboraria para se ter mais união entre os alunos, e cada pessoa saber entrar e sair, de qualquer lugar sem se machucar, ou ser machucado.
A paixão pelo próximo, paixão carnal propriamente dita, paixão pelas causas sociais, as lutas e os movimentos, tudo em busca da paixão absoluta
Amigos, escola, grupos de garotos e garotas, mentiras, amizades, erros, amores, traições, sexo, sofrimento, conflitos, morte, lembranças. Vários jovens problemáticos e hilariantes prontos para te amarrar na história deles. Fascinante o que a autora nos traz, perguntas que ficarão em nossas memórias, até onde a amizade pelo próximo chega? E quando o amor não dura? Estão lançadas as perguntas caros leitores, este livro vai te surpreender e deixar no ar uma resposta a qual terá de responder, adquire o livro e se arrisque em responder, aceite este desafio que a autora nos propõe.
Você não vai conseguir para de ler.
O romance está em torno de Beto (Alemão) e Monica (modelo), e seus amigos e inimigos, Fabiano, Andréia, Ézio, Regina entre outros. Talvez você leitor vai se identificar com esse drama.
Eram sempre os mesmos papeadores, as mesmas figurinhas carimbadas: Regina, Ézio, Andréia, Thomeu, Rubens, às vezes Priscila, Mônica e agora... o mais recém chegado da turma: Beto. (p.118).
O livro está chegando ao fim, ou melhor, essa resenha, pois a obra jamais terá fim, mesmo porque este romance é só a primeira parte imagine o que vem por aí, e vocês não poderão perder a oportunidade de ler a segunda parte de Amarguras de uma paixão.
Não vou aqui relatar toda a obra, como podem observar, mas quero finalizar dizendo: Que está obra é uma publicação independente da autora Marah Mends. Um livro que tem uma leitura a meu ver fluída e inteligente, que conta através de fatos complicados e toda confusão que cerca os adolescentes, e ainda é um livro que podemos dizer que tem duas vertentes em se tratando de gênero literário, sendo um romance, infanto-juvenil/juvenil. Espero que gostem desta resenha, e com isso possam sentir o prazer imediato de adquirir a obra.
Será que você já passou por uma Amarga Paixão.

 Valeu!