domingo, 29 de novembro de 2015

OFICINA DE POESIA

DICAS DE POESIAS - OFICINA DE POESIA PARA INICIANTES.
Por: Germano Gonçalves.

OFICINA A ARTE DA POESIA
Na literatura marginal periférica divergente

Primeira aula.
Aula I

INTRODUÇÃO

Esta oficina é para se ter uma noção na composição de poemas, todos nós podemos e somos capazes de ser um poeta, existem sim os que têm a inspiração, mas podemos ser poetas da construção.
Desmitificaremos a ideia de que só pode ser poeta aquela pessoa que já nasceu com o dom de utilizar palavras pelas suas emoções, seremos aqui poetas com dedicação, objetivo de construção com vocabulários próprios, aliando-se a algumas teorias estilísticas seremos poetas, mas para isso precisamos de muito empenho.
Atualmente, a prática da leitura de poesia está um pouco esquecida nas escolas, bibliotecas e espaço cultural. Isso ocorre devido ao pouco contato, dos primórdios de sua formação, colocando-se somente a linguagem culta nas poesias e de caráter acadêmicos, mas com a chegada da literatura marginal periférica divergente todos pode ser um poeta e deixar de lado aquilo que parece possível só para quem já nasceu com o dom e que para se fizer poesia tem que estar em transe, porém a poesia pode ser trabalhada na sua construção das palavras, frases e versos, bem como fazer poesia livre sem regras, mas determinando um limite próprio do poeta.
Sabidos de que a poesia é um dos gêneros literários mais distantes da comunidade e da escola, é preciso descobrir formas de familiarizar e de aproximar as crianças, adolescentes,  jovens e os adultos da poesia.
E essa forma de familiarização e aproximação deve ser feita minuciosamente através do cotidiano de cada um, do local onde se vive e que se passa evitando assim as várias afirmações de que os poemas são de difíceis interpretações e entendimento.
Assim a poesia não é de difícil interpretação, apenas necessita de mais cuidado e atenção para que ocorra um entendimento da mesma com conhecimentos dos vários sentidos de um texto poético.

A HISTÓRIA DA POESIA.

Na Grécia Antiga o poema foi a forma predominante de literatura, os três gêneros (lírico, dramático e épico) eram escritos em forma de poesia. A narrativa, entretanto, foi tomando importância, ficando a poesia mais relacionada com o gênero lírico.
A poesia tinha uma forma fixa: seus versos eram metrificados, isto é, observavam os acentos, a contagem silábica, o ritmo e as rimas, a contagem silábica dos versos foi sempre muito valorizada até o inicio do século XX, quando a obra que não se encaixasse nas normas de metrificação não era considerada poesia.
Isso mudou com a influencia do modernismo (fase cultural da literatura surgido na Europa). Atualmente na fase contemporânea e com a literatura marginal periférica divergente, o ritmo dos versos foi liberado e temos os chamados “versos livres” que não seguem nenhuma métrica, assim surge também o poeta da construção.

O PRIMEIRO POETA.
Gregório de Matos Guerra.
(*1636 +1695)

Segunda aula.
Aula II

 AS FERRAMENTAS PRINCIPAIS PARA FAZER POESIA.

- 1º - Que tema?
- 2º - Sobre o que? 
- 3º - Deque maneira escrever um poema?
- 4º - Será que é poesia mesmo?

Essas são as ferramentas básicas, ma ao longo da oficina veremos muito mais, perguntas que geralmente surgem, pois quando ler uma poesia de outro escritor / poeta, pensa não quero ao ler quero fazer poesia.

UMA DICA MUITO IMPORTANTE ANTES DE INICIARMOS A OFICINA.

Cuidado, copiar versos de autores é considerado plágio, ou seja, cópia, e é crime, o que se pode acontecer é ler outros poemas, se inspirar nas palavras que eles utilizam ser influenciado por eles em seus temas, mas cópia jamais, pois É CRIME!
Ex: de inspiração e influência.
Inspirou-se na poesia, por tanto, foi influenciado pelo poeta: Paulo Leminski.

Terceira aula.
Aula III

Mais uma Dica
Uma peculiaridade que se apropria de quem quer fazer poesia, é a ansiedade, pois ela emperra o sucesso, podemos ater a todos os artistas, por tanto, procure ser calmo leve e não se preocupe se a poesia não ficou boa, tente outra vez, rasgue quantas folhas de papel for preciso, ou delete do computador o que acha que não está bom, mas nunca desista, se construir um poema e achar que está bom, pronto! Divulgue entre os amigos, e não espere resultados só positivos. Mas uma coisa é certa a maioria das pessoas vão gostar.

8º SARAU URBANISTA CONCRETO 2015.

Encerramento das atividades do Sarau do Urbanista Concreto 2015.



Encerramento das atividades do Sarau do Urbanista Concreto 2015.

As coisas são assim, e é por isso que digo: “As coisas são as mesmas, só não são as mesmas pessoas”, pois este último Sarau foi digno dos demais, o sarau rolou, mas sempre com pessoas novas pra prestigiar e participar, mas os que já podemos dizer pertencem à família do Urbanista Concreto também estava presente, em uma harmonia calorosa do pessoal que frequenta o sarau, pessoas humildes, que sofrem na pele as injustiças sociais, mas que são guerreiros e guerreiras, que mostram suas artes, mostra a suas vozes e mandam seus recados, por que aqui também é terra de alguém, sim senhor, e nós estamos aqui pra mostrar o valor da periferia, de cada gueto, viela e toda a nossa quebrada. Fazemos isso para comunidade saber dos valores que nela se encontram que só precisam de uma oportunidade para mostrar o talento que cada um tem, pois no sarau é assim, várias artes, várias linguagens e vários ativistas culturais.
O sarau rolou com a presença do escritor Mano Cákis do Município de Suzano, onde ele faz parte da associação Literatura do Brasil, falando de sua trajetória na literatura, e apresentando sua obra: “Não Temos muito Tempo”, contamos ainda com a presença do João Henrique e sua apresentação dança Hip-Hop, mandou bem, sempre na humildade rapaz de ouro, e ainda a distribuição do livro: “Memórias de um São” das organizadoras, Amanda Freire de Sousa e Priscila Machado, e tivemos a presença da cantora e atriz Ana Freire Silva, que veio com o esposo o poeta Cassemiro, que recitou poesias de Castro Alves e Olavo Bilac além de recitar suas poesias e cantar músicas de seus CDs Duplo, Sertanejo Brega e Cartão Vermelho, A cantora e atriz Ana Freire fez a participação como Maria Bonita junto a Tião Brega, que cantaram e se apresentaram ao ritmo do CD de Tião, o cangaceiro, e músicas do CD de Ana Freire Maria Bonita. E mais uma vez conosco o grupo de Rap, “Parceiros do Gueto que mandou o rap, “Favela Sim Senhor” musicado da poesia de Germano Gonçalves o Urbanista Concreto “Favela” e mais sons de suas autorias, contamos ainda com a maravilhosa voz da cantora  NAIARA DE OLIVEIRA de cantou MPB em um estilo próprio que é só dela, uma voz muito rica. E os rappers Cria do Gueto, Reginaldo MC, Jefferson, e o poeta Germano Gonçalves soltaram a voz, em mais um sarau do urbanista concreto.
Teve também uma apresentação em multimídia dos saraus que já foram realizados, para recordar, e agradecer ao público que sempre vieram prestigiar o sarau, desde abril de 2015, concretizando assim o 8º Sarau e último do ano, por que ano que vem, vem mais.
Esperamos todos os que já fazem parte desta família e os que querem entrar pra família Urbanista Concreto, feliz 2016 pra todos, Valeu Sarau!
Quero agradecer de coração a Ana Freire Silva e seus amigos, e dizer que o trabalho que você desenvolve é muito maravilhoso Ana, gostei muito mesmo e também o Cassimiro mandou bem em suas música e poesias nos trouxe um Castro Alves e Olavo Bilac muito bom, o Tião Brega que figura magnifica a Naiara uma bela cantora e que voz tem um grande talento, é de pessoas assim que a humanidade precisa, com certeza pessoas como vocês fazem nós acreditarmos em um mundo melhor para se viver. Que Deus abençoe todos vocês e ilumine sempre o caminho abrindo sempre portas para o sucesso.
E agradecer a todos que passaram pelo sarau nesses oitos realizados até aqui, os Rappers, os grupos, os ativistas culturais, os poetas, escritores, cantores e o público em geral, bem como toda equipe da biblioteca e da gestão e cultura do CEU SÃO RAFAEL, que acreditou em meu trabalho, abrindo espaço para realiza-lo.
E falar também que este Sarau é realizado com muita luta, com condições não muito favoráveis, mas que mesmo assim estamos mostrando o valor da arte de periferia, os poucos que frequentam o Sarau sabem o quanto é dificultoso abrir as portas para a divulgação dos artistas de periferia, mas estamos matando um leão por sábado, e estramos firme e forte, quem quiser chegar para fortalecer anos que vem , vem mais é só chegar, dificuldades vamos encontrar, mas também vamos encontrar caminhos para supera-las. Agradece valeu!








E foi assim o último sarau do Urbanista Concreto, não foi fácil, mas conseguimos terminar o ano, com muito trabalho e dedicação, os sarau as vezes vazio, no começo, mas quando o trabalho é feito com amor e muita humildade da certo, e com o sarau do urbanista concreto não foi diferente, superamos as barreiras e chegamos ao final de uma temporada muito agradável, e a média do sarau está aprovada, ano que vem, vem mais. Estaremos juntos em 2016, feliz ano novo pra todos, valeu! Sarauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu! 








terça-feira, 24 de novembro de 2015

Resenha do livro de Elói Alves, O olhar de lanceta - ensaio crítico sobre literatura e sociedade.


LANCETA A VISÃO DA OBSERVAÇÃO.
Por: Germano Gonçalves.

Ao passar as vistas nessa obra de Alves, senti que não poderia deixar de mencionar que este é um livro aula, quem tiver a oportunidade, e espero que tenham, pois este é um livro imprescindível para o ser humano, uma obra que vai causar muitas reflexão, e ao mesmo tempo, fazer com que entendemos o nosso presente, para que possamos fazer um futuro melhor para se viver.
Aqui vamos olhar, para uma direção humana, vamos dizer assim, Alves nos faz transcorrer em um mundo onde o assunto é o homem. Desde o seu principio. Podemos observar logo no inicio desta obra, poderíamos ter uma cultura diferenciada, mas a chegada dos portugueses, europeus no geral, mudou o rumo da história como podemos observar em O canhão e a flecha (p. 11). Por este lado vamos caminhar, ou melhor, passar as vistas em uma obra que desde já, eu vou adiantar, e alertar para que a sociedade em geral precise ler este livro.
Como aqui é uma abordagem rápida que se limita a resumir o conteúdo desse livro, não poderia deixar de dizer que vai ser fácil, e nem foi, pois a cada página que eu passava o olho me deparava com uma carga rica de elementos literários e históricos, que o autor soube aproximar o livro do leitor, por tanto, poderia descrever aqui página por página, para que nenhum assunto desta obra ficasse sem o devido valor, mas isso é para você leitor, ler está obra com admiração, e procurar entrar no pensamento que o autor quer nos passar.
Observaremos quando passamos as vistas em seu texto intitulado número 2 (p.17), às perplexidades do homem, eu vejo assim, coloca que a vida é curta, para fazermos as coisas, e as coisas vão ficando, e o pior que o ser humano com a modernidade, começa a pensar cada vez mais em si, e vão atropelando, os afazeres para o bem social, e se preocupando com o próprio ego, como se diz: “com seu umbigo”, e fazem tudo para se der bem na vida, tipo: “antes ele do que eu”.
Essa passagem na obra, caros leitores, como todas vocês devem ler, e assim Alves segue sua obra, e nos traz com certa sabedoria, do que aprendeu e observou em toda a sua vivência, pois como ser humano também passa pelos percalços que escreve, e nos relata aquilo que está entre todos os seres vivos dessa terra, a ciência ou estudo que se apodera de Deus, de sua natureza, o que é particular de um ser e de suas relações com o homem e com o universo.
O que vamos perceber na obra de Alves, não sabe que se de suas características ao escrever, ou para nos ater aos homens que de uma forma ou de outra, tentaram e tentam se consagrarem no poder, ou nos alertar a favor ou contra esses homens em que é destaque na humanidade, Alves se faz notar alguns deles:
(George Walker Bush e o pensador inglês Wilston Churchil (p. 21), notem ao menos eu notei um homem em busca de manter um poder, outro um pensador pela a paz, eu vejo que quem busca a paz, não pode querer o poder, opinião minha, como você leitor ao passar as vistas na obra de Alves terá a sua.
E eu espero que seja breve, pois é realmente uma obra digna de literatura e história, no entender Alves sabe muito bem usar a estratégia de ações Integradas em literatura e história tem no seu cerne o processo de docência acerca do processo letras e história através de vivências do estudo de história em seus futuros campos de prática e em serviços ou instituições que puderam ajudar a aprimorar estas experiências. Estas práticas se encontram imersas principalmente no âmbito da história coletiva e do que acerca o ser humano.
E assim seguimos, com os olhares de Alves, uma observação muito importante, ele nos traz aquilo que realmente devemos pensar, em se tratando de política mundialmente, os regimes totalitaristas, que estão aquém da cultura, o pensamento sempre é o poder, lembramo-nos da ditadura que de cultura não se tinha nada, era praticamente nulo em termos de cultura, e principalmente a cultura popular, os regimes que Alves coloca em sua obra, me fez entender que ele mostra com a sua categoria de escritor que é uma agressividade nos textos, mas digo isso por que não é nada fácil, lidar com assuntos que oprime a humanidade sem agredir, e sim com o dom da palavra, isso Alves sabe fazer e pelo que li, muito bem feito.
Caro leitor percebera que esta obra lhe faz uma alerta, não em busca de uma verdade absoluta, mas do que esta em luta, do que não queremos mais, dar um basta nas injustiças sociais, na dominação seja ela qual for como podemos notar onde o autor coloca em: “... fenômeno sobre o qual refletiu muito apropriadamente Pierre Bourdier em seu livro: A Dominação Masculina” (p.28), essa passagem nos mostra que onde há dominação existe discriminação, ao ler está obra você vai deparar após este relato de dominação, com assuntos ligados a violência infantil, ou contra a mulher, e a violência do país perante a educação do filho, como tratar de tudo isso sem ser agressivo? Só mesmo Alves para descrever tudo isso, apenas para nos alertar, pois ele pede sim em sua obra, que fiquemos mais antenados, e temos que ter uma coletividade para com a educação, para que Estado, família e educação andem juntos.
Vamos leitor ler essa obra, e em seus capítulos que Alves, denomina por números vamos encontrando um pouco da nossa história, nos remete a pensarmos em vários contextos do nosso dia-a-dia, a política, a religião e as etnias, que livro!
Entra a música na qualidade de algo singelo, digno da humanidade em “Imagine” do Beatles (p.35), é do saber que a música vem desde os tempos da antiguidade, mas que se aprofundou principalmente o rock, dos quatros garotos de Liverpool, em que se fez um pensar na humanidade como o autor coloca Alves, ainda nos remete aos clássicos da literatura e o pensar de educadores e nos fala da cultura popular.
Antes de finalizar essa minha descrição feita com detalhe, tem que lhes falarem, meus caros leitores, da estética do autor, na obra de Alves notei que em seus escritos a maneira de escrever sobre a história e a literatura é – como elemento discursivo na meta-narrativa do ser humano – um dos principais veículos divulgadores e fomentadores da discussão sobre identidade humana e sobre a própria ideia da civilização humana em nossa história.
E falando sobre estética apreciei muito o estilo usado no índice de sua obra, o sumário diferenciado com capítulos sem títulos, até certo ponto e depois alguns títulos, e retoma aos sem título, vocês leitores perceberam, muito bem trabalhado, e também as menções que ele faz, achei bem colocadas.
Pois bem, esses meus escritos servem pra você leitor, que precisa ler este livro, afinal de conta és um ser humano, e tornará ainda mais humano após ler essa obra.
Aqui temos arte, politica, economia, religião e vários contextos em torno da humanidade que torna a obra preciosa assim eu acho, pois temos Bezerra da Silva, esquecido pela mídia, o autor nos leva a corrupção contemporânea fruto de uma corrupção histórica, isso tudo se pode observar com magnifica expressão. Ao ler esta obra fiquem atentos em:
 “... os jornais vêm logo dizendo que aqui no morro só mora ladrão”. Vejam agora todos os contextos, sócias. – As letras de Bezerra da Silva falavam de uma conduta de uma postura do homem, condenava o mau padre, o pastor que trocou o espiritismo pela igreja para se beneficiar em dinheiro, o pai-de-santo sem caráter, o presidente caô-caô, nos tempo de Collor de Melo, e o próprio malandro que “com um revolver na mão é um bicho feroz, sem ele anda rebolando e até muda de voz”, (p. 44), percebam ao ler!
Sem contar a filosofia implantada por Alves, em seus escritos que colocam desde Descarte a Marx se assim posso dizer, passando por Freud, e que tudo ficou sem explicações, e por simples atenção ao pensamento. Nesta obra percebi que o caminho é se pensar, for formador de opiniões, analisarmos toda uma mudança do capitalismo empresarial de pequeno porte e a dimensão para o capitalismo monopolista e o imperialismo, dos movimentos socialistas, tornando-se reformista e as emergências do estado de bem-estar social, as revoluções pelo mundo e claro a ascensão do comunismo, e atermos a emergência da mídia de massa e, que não nos enganemos com a frase, “o gigante acordou...” ou como posso observar eu um dos mais belos textos que li nessa obra de Alves, “A moeda e a língua”, (p. 53). “Aquele que não conhece a sua própria história estão fadados a repeti-la”. O governo Collor, o plano real, o impeachment desse mesmo Collor, os caras pintadas, e tudo o mais sobre o olhar de lanceta como o autor nos mostra em, “O vagabundo e o olhar de lanceta”, (p.59), é indispensável meu caro leitor essa obra, podemos entrar com essa obra, nas escolas, faculdades e universidades sim, pois serve para todos os estudantes e ir além de um simples olhar, e ser visto por advogados, economistas e por que não criminalistas, pois é um crime contra a humanidade, aniquilar os pensamentos, “... uma maquinização do homem – uma coisificação, portanto – em função da engrenagem do sistema, primeiramente dos escravos, depois de todos os trabalhadores, como migrantes e imigrantes...” (p. 59).
Ufa! Que obra, olha só o autor nos faz pensar no homem, com Quixote de Cervantes, onde a loucura nos mostra o caminha para o bem da humanidade, o autor nos atenta para Braz Cubas, mas não lhe contradizendo e sim somando, eu percebo um “Alienista” de Machado de Assis, não sei se Alves me faz entender, mas de certo que concordará, pois temos, “... O Alienista é talvez sua obra máxima no espaço dado ao tratamento literário reservado à psiquiatria”, (p.71) e você leitor verás toda filosofia implantada nessa obra a respeito do ser humano, suas indefinições, medos, fantasias, coragens e ilusionismo.
Acho que posso finalizar esses escritos com gosto de missão cumprida, mas que essa missão ainda poderia ser mais longa e mais detalhada, mas tenho que respeitar o autor, deixar que o próprio leitor, faça uma analise de sua obra, e que tomem o gosto não só pela leitura da obra, como também passem a obra pra frente, indique, comente e divulgue, sempre com um olhar observador sobre a nossa história e nossa literatura, pelo bem de nossa humanidade.
Esse olhar de lanceta que nos traz uma diversidade de textos, misturando realidade com ficção, por causa do teor literário, nos deixa claro um olhar de uma visão de mundo centrada no homem, o olhar do homem sobre si mesmo e, o que esta por sua volta, o homem pelo homem, por tanto, a visão tem que ter um olhar de observação.

  1. ALVES, Elói, Olhar de lanceta - Ensaio crítico sobre literatura e sociedade, editora APMC, São Paulo, 2015.





domingo, 1 de novembro de 2015

SARAU URBANISTA CONCRETO

6º Edição do Sarau Urbanista Concreto.



O sarau urbanista concreto realizou a sua sexta edição neste mês de outubro, sarau forte com poetas da melhor qualidade, publico mais que ativo e participativo, teve a presença mais que gratificante do escritor ALBA-ATRÓZ, que nos contou um pouco da sua trajetória literária, leu textos de seus livros, nos mostrou uma força interina de senhor das letras, com embasamento em sua fala abrilhantou o sarau urbanista concreto, assim como todos que estavam presente, o grandioso poeta Guilvam Miragaya mostrando todo seu talento de poeta que é, o José Pessoa sempre nos dando o ar da graça nos sarau, a Iolanda prometendo ser uma poetisa daquelas, os parentes e amigos do Alba-Atróz, como o Cláudio que mandou seu recado, e leu o correio literário que já é uma marca do sarau, a Cris Oliri esposa do Alba-atróz que mandou bem um belo hai-kai, o Jeffersom aluno da escola Isaac Schraiber mais uma vez marcando presença no sarau, o poeta Almério Barbosa viajou para o sarau, e nos presenteou com suas poesias, e promete mais um livro nas periferias, e claro o cantor e compositor Ricardo Peçanha e sua performance que emocionou o sarau, tudo isso com a apresentação do escritor e poeta Germano Gonçalves, veja abaixo como foi o sarau Urbanista Concreto, cada vez mais forte na caminhada, e mês que vem, vem mais valeu SARAU!


Poeta Almério Barbosa nos dando a honra de sua poesia.


Escritor José Pessoa e Iolanda que já podemos chamar de poetisa Iolanda.


E o pessoal participando do Sarau o Cláudio mandou seu recado, o Jefferson leu um poema em que está trabalhando, vai sair um poeta e tanto. e o nosso ilustríssimo poeta Guilvam Miragaya.



O publico veio prestigiar, atentos esperando cada poeta se apresentar, e também mandar um recado, ler um texto e fazer uma rima, ou recitar um poema, mas o que queriam mesmo era ver a apresentação do escritor: ALBA-ATRÓZ, convidado do sarau urbanista concreto.


Momento de conforto e convivência poética, com o cantor, compositor, musico e professor Ricardo Peçanha.


Momento Cris Oliri, que mandou bem um hai-kai, para a entrada de nosso convidado o escritor Alba-atróz.


E foi assim mais um Sarau Urbanista Concreto, realizado todo último sábado dos mês, na Biblioteca do Ceu São Rafael, Rua: Cinira Polônio, 100 - Promorar Jardim Rio Claro - São Paulo - SP. E mês que vem, vem mais, valeu Sarau!