quinta-feira, 27 de setembro de 2012

SEMINÁRIO DE HISTÓRIA - Questão agrária.

                                                      


EM A QUESTÃO AGRÁRIA.
Por: Germano Gonçalves.
Analise.
A questão agrária não mais como feudal, diria que o texto apresenta em um comum acordo, entre o empregador agricultor e o empregado da agricultura, certas relações amigáveis de trabalho. Para que possam usufruir melhor maneira nos termos de produção e até mesmo no controle de compra e venda de mercadorias, para que o empregado não fique somente na escravidão e passa a ter um salário para melhor desenvolver suas atividades, trabalhando em um mercado livre. Não como no feudalismo onde os proprietários usavam os empregados da agricultura como escravos.
A agropecuária brasileira passa a ser puramente comercial, fato esse mais propicio para o País, em que pretendentes e ofertantes participem com igualdade jurídica, com a substituição das relações feudal ma Europa pelo retorno de uma organização mercantil, isso depois do fim do Mundo Antigo, no Brasil a relação feudal foi extinta com o declínio da geração de escravos que desapareceram, proporcionando assim uma evolução histórica nos meios econômicos e sociais, para o desenvolvimento geral do povo brasileiro, na construção de uma civilização moderna, sob o aspecto do bem estar material e moral na cultura dos povos, que voltemos ao tempo para que possamos compreender o desenvolvimento na questão historiográfica da problemática atual na conceituação da realidade brasileira de nosso País quanto ao trabalho, para entendermos o homem com suas experiências coletivas na elaboração teórica da ação humano do conhecimento e da ciência.
A historiografia passa a elaborar manifestações no que se dizem experiências coletivas para a elaboração teórica com base nas ciências humanas, os esforços serão mais fecundos e de maiores interesses.
Fazendo com que o desenvolvimento e crescimento econômico sejam estimulados, entra em ação o historiador brasileiro com o conhecimento e os métodos de pesquisas de um passado e presente, na analise econômica do País.
Dados clássicos na economia de um País para o processo de desenvolvimento estão ligados a renda per capita, o processo do capitalismo e a distribuição de renda que devem estar presente no trabalho, pois esses mesmos dados clássicos, distantes do trabalho são considerados inversões que constitui em um índice adequado de desenvolvimento capitalista, que extrapola  o processo de desenvolvimento de um país como o nosso, com baixos índices de progresso econômicos.
Se as mudanças nas ordens lógicas só nos levam ao capitalismo, o que diríamos então da teoria ortodoxa, rígida em suas convicções nas medidas de sua fecundidade e capacidade de determinar um processo auto-estimulante de crescimento, que é o que se procura realizar, então ficaremos no simples relacionamento das inversões, que é a atividade produtiva da função do mercado, não que a teoria ortodoxa deixa de lado o mercado, é dizer que a teoria depende das inversões, e que nos coloca dentro da economia de alto nível de desenvolvimento das relações capitalistas de produção, onde as flutuações na conjuntura dos países subdesenvolvidos, de renda muito baixa, muito mal distribuída e precária não se justifica só com a teoria ortodoxa e sim com o envolvimento do capitalismo na produção econômica e social do trabalho.
O processo de desenvolvimento vem ao longo dos anos tendo como participação fundamental da historiografia decisiva nos momentos históricos das fases do progresso econômico verificado no Brasil, que favorece  nossos produtos.
A nossa história se comprometem as flutuações da conjuntura comercial, com os produtos de exportação, que caracterizam o dualismo do mercado no contexto que se diz respeito ao mercado interno e externo.
Nessa conjuntura é que se encontra hoje a economia do Brasil, resultante do processo histórico em que se formou e evoluiu até nossos dias atuais. Sabemos que essa conjuntura com suas contradições foram capazes de se debater a economia brasileira, de um sistema que veio do passado, mas que já renovado e substituído, por um novo sistema.
É na base desse novo sistema que se compartilha, trabalho com o conhecimento cientifico nas razões sociais e culturais, para que o capitalismo venha a auxiliar no trabalho e desenvolvimento da economia forte do País.
“O processo histórico esta ligado ao desenvolvimento econômico”.

(Germano Gonçalves Arrudas, é escritor e estudante de História da Faculdade Santa Izildinha/UNIESP- São Paulo - SP).