segunda-feira, 14 de novembro de 2016

RESENHA ANTOLOGIA MEDITAÇÕES.

Meditações - antologia literária.



MEDITAREMOS.
Por: Germano Gonçalves.

Resenha do livro Meditações – Antologia literária..

Uma identificação literária, assim foi a minha observação a respeito desta obra coletiva, pois se trata de uma antologia com vários autores, e o legal de tudo isso é fazer essa resenha sem ao menos ter contato com os autores, mas que por intermédio de seus textos, poesias e reflexões, nos da a sensibilidade de que já o conhecemos um por um, nas páginas desta obra você leitor também identificara com essa característica.
E pra provar que isso é real, caro leitor, logo na primeira poesia da obra, ou melhor, reflexão. Encontramos; “encantamento” de Ainá de Melo Albuquerque, por que é isso está obra é encantadora.
E para falar um pouco da edição deste livro, gostaria de ater a todos os leitores, e o cuidado que a editora teve em colocar nas páginas deste, a qualidade e o mesmo destaque para os autores, diagramando os textos com responsabilidade, dando assim créditos a cada poeta, respeitando-os, não invadindo o espaço de um e nem do outro, mas vamos para os poetas propriamente ditos, as poesias, textos, reflexões, e o que escrevemos aqui, estão cheias de uma carga rica de elementos poéticos, que nos leva as mais variadas meditações, faz com que realmente meditamos a cada poesia, coube também para o poeta Juan (p.24), nos presentear com sua poesia que leva o nome da antologia, que por sinal muito vem com perguntas, para uma meditação saudável, e pensarmos na vida, mas não para por aí não, essa obra traz além da carga rica de elementos poéticos, traz uma estrutura na estética, que pode ser transportado junto aos versos, e assim esses criadores dão vida a criatura,
E vamos meditar pensar estudar o pensamento, pensar sobre; ponderar com o que os poetas nos trazem nesta obra, a humanidade esquece as vezes de nosso criador, mas o poeta Antonio Celso, nos faz meditar com sua poesia “Deus” (p.09), e assim meditaremos, venha meditar junto a esses poetas caro leitor, você ira se deliciar a cada palavra a cada verso e a cada estrofe, na mais bela estética poética para se meditar, e Deus sempre presente, pois é o maior dos universos como na poesia de Dirceu Azevedo, “Deus como solução” (p.11), A poetisa Ellen Cristina, nos traz uma sem titulo, mas que vocês leitores observaram que não precisa de títulos para se meditar a respeito do ser humano e sua evolução. E certamente encontraram várias poesias de reflexões sem título, talvez pelo fato de que os autores dessa obra queiram fazer com que os leitores meditem nas palavras, pois a meditação não tem rotulo, não é taxada, ela é pensada, e é o que se importa em uma obra dessa natureza, que Flávia Govani Regiane, nos traz em sua poesia, “Colheram amor” uma benignidade e acima de tudo paz, faz com que “sobrevivemos” (p.14). E meditaremos caros leitores sobre vários assuntos, o que perceberá ao adquirir essa obra, meditará com a poesia de Guadalupe José dos Pampas, em “Comunicação um ato de Paz” (p.17). A arte de meditar, a arte de escrever, a arte de pensar-nos da autonomia e pede passagem para meditarmos sobre os mais variados assuntos, como o poeta José de Oliveira, que nos traz “Salmos da redenção cósmica” (p.27), e nos leva a pensar no universo que vivemos e o que não vivemos. Está obra realmente está maravilhosa, com reflexões de poetas de varias partes em uma concordância de pensamentos, “O amor é para sempre”, (p.23), o poeta José Francisco Fracasso, nos atenta para o eterno amor em sua meditação, já Lia Gomes, (p.26), nos mostra o lado obscuro de ser nada, mas nos faz refletir com a luz, para nos tornarmos um tudo, nas coisas mais simples da vida, e por citar vida, Luis José da Silva vem com sua poesia “Da geralidade da geralidade” (p.19), exaltando a mulher que gera a vida, e com o poder de neologismo perfeito, aqui a meditação segue seu caminho e nos faz também pensar no meio ambiente, com a poetisa Marilza Pereira Calsauara em sua poesia “Bênção da Chuva” (p.28), e vamos refletir sobre o que ainda não escrevemos com, Milton Lopes da Silva em “Mas ainda não terminei” (p.31).
Estão vendo caros leitores, refletir é aqui mesmo, nessa obra maravilhosa, não estou colocando nenhuns detalhes a mais, ou trechos das meditações, pois perderia o charme, vamos assim dizer, das meditações contidas nesta obra, deixarei pra vocês leitores, apreciarem com o livro na mão, e vou só aguçando a vontade de cada leitor com os temas e títulos das poesias, e vamos meditar com Miriam Brasilino de Carvalho Miatto, em sua poesia de meditação intitulada de: “A eternidade do amor” (p.32), chamativo não é mesmo leitor? Assim como Olga Strehl em “Vida, esse dom extraordinário (p.33), magnífico é só conferir, e de página em página vou mencionando os poetas meditadores dessa obra para mostrar que vale a pena adquirir essa pérola literária, que mistura reflexão com poesia, e nada melhor do que a poesia para dar brilho à vida, então meditaremos com Paulo Camargo em sua que também é nossa o poema: “Mensagem para eu e você” (p.35), brilhante. Caro leitor você a de concordar com minha pessoa que meditar é conhecer-se, transformar-se, equilibrar-se, mas também é amor é luz, por tanto, não deixe de apreciar os poemas, “Submersos no Amor” de Regina Célia Suppi (p.19) e “Luz” de Rosângela Gieswein (p.38), sentiram na alma o que é meditar, então meditem com o poema que leva o título da obra, mas este de autoria de um poeta que a meu ver colocou seu pseudônimo, isso é outra autonomia dos poetas, que é Senhorita Marmota (p.42), nos presenteia com sua poesia “Meditações”, que agora é toda nossa caro leitor. E é chegada a hora derradeira, mas com supremacia, pois os poetas dessa obra merecem, ainda porque terminamos com uma poesia que da o sentido a toda essa obra, da uma sensação de dever cumprido, pois o poeta Wagner Soares fecha essa antologia com sua poesia “Missão” (p.47), que eu acrescento dizendo missão cumprida, e parabéns a todos os poetas envolvidos, e os profissionais envolvidos na coordenação desta obra.
Mas não poderia de lhes dizer caros leitores, que esta resenha foi redigida, por nada mais, e nada menos que um poeta, escritor e agora na qualidade de professor, que não o era quando também participei desta antologia, sim tenho minha meditação na página 15, intitulada de “Obtenção”, nem um pedacinho, nem um trechinho, vocês vão ter que ler se não acaba a magia da meditação, e da obra em questão, só posso garantir que a obra esta maravilhosa.

Sabem aqueles poemas, meditações, texto que eu disse serem sem títulos fora escritos por: Amel (p.08), Hazel de São Francisco (p.20), Marinei Lima (p.30), Samara Barros (p.40), Sela Maria Ommundsen de Abreu (p.41), Thyca Fir (p.44) e Vilma Libera Genci Barbier (p.46). E assim mencionei todos os poetas que passaram por esta antologia, espero que realmente você leitor adquira esta obra e se apaixone pelas meditações, e assim meditaremos.

domingo, 30 de outubro de 2016

MANIFESTO MARGINAL


MANIFESTO LIVRO LITERATURA URBANA MARGINAL.
MLUM/16 – Novembro 2016.
Por: Germano Gonçalves.

Primeira leitura, apresentação a público no Sarau do Urbanista Concreto..
Primeira publicação site jornalirismo.com.br/literatura.

Antigamente o ato revolucionário era os punhos para o alto, agora é a caneta em punho, para escrever literatura urbana marginal, e registrar os fatos.
Essa é a nossa voz e a alegria da periferia, todo homem tem o direito de andar na estrada que quiser, pois é capaz de realizar seus feitos e suas obras.
Criaremos nossos caminhos com nossas próprias mãos, "Sejamos nós os marginais, e escrevemos tudo que nos diz respeito, só escrevemos do que é nosso”.
De um passado não muito distante, de uma herança que o Estado nos deixou.
Literatura urbana marginal sim senhor! A nossa arma é o livro na mão.
Quando queríamos estudar, nos vigiávamos.
Quando queríamos ler não publicavam.
Quando queríamos trabalhar éramos escravos.
Quando queríamos moradia, esperávamos dias.
Quando queríamos salário, nos davam cestas básicas.
Quando era feriado ficávamos enfileirados.
Quando queríamos ouvir música éramos censurados.
Quando pensávamos em política era subversão.
Quando tínhamos iniciativa nos reprimiam.
Quando era fim de semana nos controlavam.
O Estado não está nem aí pro povo do BRASIL.
A literatura urbana marginal vai ser se já não é, uma escola literária pra entrar na literatura brasileira, onde os escritores que querem se aprofundar nos assuntos que mais os fascinam. Que querem desenvolver as habilidades que julgam imprescindíveis para fazerem o que querem fazer, e para serem quem elas querem ser.
Na literatura urbana marginal apóia-se na ideia de literatura democrática, um conceito que surge a partir da cultura de periferia, um movimento global de transformação cultural em prol da autonomia e da co-responsabilidade.
Acreditam-se todos nós temos plena capacidade de decidir por nós mesmos, os rumos da nossa cultura. Na verdade, mais do que isso: acreditamos que podemos criá-la, desde que estejamos conectados a pessoas que nos apóiam e inspiram.
Tem-se que transformar a literatura urbana marginal em uma escola literária, para que não fiquem somente na individualidade dos escritores, imersões de aprofundamento focadas em temas específicos, de onde se é oriundo com uma escrita livres co-criadas, e às vezes até oferecidas pelos poetas periféricos, pesquisas baseadas nos temas de interesse dos escritores e toda comunidade, uma rede colaborativa de publicações e eventos abertos como Congressos, Saraus, Palestras etc.
São pessoas que queiram participar desse gênero literário, sem que sejamos taxados, sem que se seja uma rotulação. O povo aceita tudo, agora precisamos criar o espaço dos pensamentos que sonhamos que vamos vivenciar, ou melhor, que vamos escrever; Sim escrever!
Contar a história a verdadeira história, não àquela que fizeram nós entender que os bandeirantes eram heróis em nossos territórios, que os negros eram nosso escravos, sem saber, ou melhor, informar que o negro é fruto da realeza, príncipes e princesas em sua terra, não como os tratou, objetos de estudos, pesquisas de uma elite que financiou europeus para apagar, a cor de suas peles, suas culturas e sua história, e justificar eles sem alma, por que Caim pecou?
Acabaram com nossa verdadeira língua, acabaram com nossos antepassados, misturaram nossas cores, inventaram padrões de vida, classificaram-nos no meio social, inventam adjetivos e suas frases pra não avançarmos o sinal.
Dinheiro não traz felicidade.
A esperança é a última que morre.
Pouco com Deus é muito.
Não mais escolheram por nós, somos guerreiros (as) somos capazes, e entraremos em qualquer lugar, pois sabemos entrar sem machucar, sem maltratar, apenas com a palavra nas margens da folha de papel que será registrada e eterna, publicada por nós mesmo, vai alcançar a mídia, a academia e a elite deste país que não reconhece quem de fato construiu esta nação.
O pedreiro que no prédio não pode entrar, que não tem casa pra morar, nem na escola seu filho matricular, o carpinteiro que não pode na cadeira sentar, o homem que planta na roça e nem pode se alimentar na hora.
Se a literatura urbana marginal andar junto com a cultura e a comunidade, amenizaremos as impunidades, mais cultura menos policia, deixa a polícia cuidar, proteger o Estado, que é esse o seu papel, e nos deixem escrever, deixemos não, nós vamos escrever, para que não aconteça com nossos jovens de periferia, negros e pobres desaparecidos sem pistas, encontrados pela polícia, e para que não privem da liberdade, pois assim age a autoridade.
São sempre os rapazes pacatos, alguns até sem saber de nada entram para um assalto, mas muitos são forjados, aí ninguém tem piedade, só sabem julgar, pensam que só acontece com o outro, Assim age a autoridade.
Não tem essa de primário, é julgado como otário, não quer ajudar só querem complicar para dinheiro ganhar, se for culpado ou inocente, tudo fica pendente.
Homens fortemente armados usam da violência fica feroz com uma máquina na mão, quebram os dentes, e levam vantagem, ganham medalhas são condecorados, e os jovens depois que se vão tornam indigentes, era um rapaz inteligente, sério? Assim age a autoridade. Tudo é maldade nada de oportunidade.
Na cela trancada aprender a malandragem, usar tatuagem. O tempo é bobagem.
Aprender o que?
Regenerar é farsa da tirania, se acabou a maioridade o jovem perdeu a liberdade, a vida marcada não é mais asseada, vive humilhado. Assim age a autoridade.
Mas nós estamos na missão, pra preservar e denominar o que é nosso o autentico vocabulário se do índio tiraram suas palavras, suas tradições, se assassinaram sua cultura, para que vivemos sobre suas alienações, de um poder que é regido pelos que se acham ditos donos do mundo, não!
Essa terra é minha, é sua é nossa, dela podemos tirar o nosso sustento, nela podemos andar nos lavar nos rios, lagoas e açudes, se alimentar das frutas e sossegar a sombra de uma árvore, inventaram a tecnologia, o livro digital, tudo isso para a propagação do capitalismo que já mataram nossos antepassados, e ampliar o consumismo, inventam datas comemorativas, para as crianças das nossas comunidades quererem o que só o dinheiro pode trazer.
Em nosso escrito da literatura urbana marginal, sobreviveremos a tudo isso, com a caneta que faz calo nos dedos, como os cortadores de cana, que deixavam o sangue nos canaviais e não tinham valor, deixaremos nosso sangue nas folhas de papel, como já alguns muitos registrados e considerados, escritores de periferia está ganhando prêmios, chamando a atenção dos acadêmicos, essa literatura urbana marginal que muitos ainda temam em dizer que é só literatura brasileira, não!
Ela tem uma linguagem própria, tem um cotidiano, não quero citar aqui autores consagrados do mundo da literatura universal, para provar que também eram marginais, nos tempos das escolas literárias e suas fases de antigamente, como no barroco com o poeta “Boca do Inferno”, entre outro como mundo a fora, Kafka ou talvez um Charles Bukowski, por causa de suas loucuras.
Mas voltamos aqui na nossa literatura urbana marginal, e podemos dizer nossa, por que nós da periferia, que vivemos nos guetos, favelas e vilas somos os verdadeiros donos desse imenso universo e somos livres, para pensar e agirmos, e esses pensamentos vamos expor nas letras, vamos transformar em livros para entrar nesses locais, é uma literatura brasileira sim, mas com uma pegada diferenciada da academia brasileira de letras, pois está a margens das cadeiras literárias, das grandes editoras, e descreve o descaso público que a periferia sente na pele, a pluralidade que se tem, confrontando com assuntos sociais, se já escrevia de suas regiões antes, escreviam de seu povo, tinha o aval do poder público, com cargos no funcionalismo publico. Não é mesmo seu Machado de Assis, Lima Barreto, Manoel Antônio de Almeida, Carlos Drummond Andrade, entre outros.
A literatura marginal está aqui do nosso lado, aonde não vem ninguém, onde passam longe, onde diz terra de ninguém, zona lost, zonas tratadas com desprezo, como tudo fosse uma zona só, agora querem pagar de bonzinho quando escrevemos temos que escrever para o poder, não!
Escrevemos do que é nosso, do que sentimos, do que temos, do que queremos, pois as coisas são as mesmas, mas não são as mesmas pessoas.
E quem são essas pessoas que estão separando a literatura, na favela e nos guetos escrevem-se uma coisa, no centro e na elite vão escrever diferentes? Sim escrevem literatura brasileira que nós escrevemos literatura urbana marginal, ou seremos uma escola literária, pra entrar nessa literatura brasileira, mas sem cargos públicos, mas com coragem e responsa que respeito é pra quem tem, assim já dizia o poeta (sabotage), né não Akins Kinte “Na humildade sem maldade.
Nós vivemos sempre ouvindo os caras, que sempre estão nos boicotando, agora que chegou a literatura urbana marginal para boicotar, essa tal de literatura brasileira, que os moleques não entendem nada, como já dizia o poeta: “Olha quantos livros na minha estante, servem somente pra quem não sabe ler” (Raul Seixas), não querem deixar fazer o nosso, o nosso não serve? Aí temos que entregar o ouro pro bandido, e viver na alienação. Não!
O que eles querem é isso mesmo, que não crescemos que não acordamos pra vida, que destruímos livros, que não vamos às escolas, que não falamos que não escrevemos que continuemos nas favelas, nos guetos caídos nas vielas, usando drogas e pegando o que não é nosso, pra depois te julgarem, nos rigores da lei de um Estado falido,
É chegou à hora de nos valorizar, mostrar o que somos e pra onde vamos, não temos que ficar ouvindo não, temos é que fazermos ouvir é nóis na missão da cultura pra não acabar com a estrutura do lugar onde somos oriundos, e pra finalizar, apesar de que tenho muito mais a manifestar, vamos tocar o bonde.
E agora vamos escrever sim, pra quem faz as leis ver, e sabem por quê? Somos marginais sim, e o legal em tudo isso é que não precisamos provar nada pra ninguém. Somos homens iguais a você.
O objetivo desta literatura marginal é reunir um grupo de pessoas interessadas em formar ações de incentivo à leitura.
Do gênero literatura urbana marginal e arregaçar as mangas para fazê-la acontecer. Não vai ser fácil, mas vai ser gratificante!

Marginais.
Reconhecimento a:
Walter Limonada.
Guilherme Azevedo,
Ari Batera
Alessandro Buzo.
Tubarão do lixo.
Pedro Moreira.
Guilvam Miragaya
Alba-Atroz
Enide Santos
Marah Mendes.
Luciene Santos
Wesley Barbosa.
Parceiro do Gueto
José Severino Pessoa.
Mano Cakis.
Tiago Cordeiro.
Almerio Barbosa.
Cria do Gueto
Reginaldo RC
Danilo Paulo
Tina Curtis..
Andréia Gonçalves (Viajante do Trem).
Escobar Flanelas.

E a todos os parceiros (as) que tem acompanhado o LUM e o Sarau do Urbanista Concreto, na missão graças a vocês pela consideração.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

O EX-EXCLUÍDO NO SARAU POESIA É DA HORA

LANÇAMENTO DO LIVRO O EX-EXCLUÍDO.

Tarde mais que gratificante, ao lado de pessoas maravilhosas, assim rolou o lançamento da obra O Ex- Excluído do escritor Germano Gonçalves o Urbanista Concreto. A convite da Marah Mends, escritora e fundadora do coletivo Poesia é da Hora.
Rolou ainda várias apresentações de diversas linguagens artísticas, em uma tarde memorável, na Associação Chá do Padre, apoio aos moradores de rua.










































domingo, 4 de setembro de 2016

LITERATURA MARGINAL O LIVRO.

OBRA: LITERATURA MARGINAL - arte na periferia.



Gonçalves, Germano
Literatura Urbana Marginal: Arte na Periferia / Germano Gonçalves; 1ª ed. – São Paulo:
APMC, 2016.
190 págs. 14,8x21, 0 cm;
ISBN 978-85-69045-65-6
1. Ensaio brasileiro 2.Literatura Brasileira II.Títulos.  



CAPA E CONTRA CAPA.

INTRODUÇÃO.

Do mesmo criador do O EX-EXCLUÍDO, O escritor apresenta o seu mais novo trabalho a obra: LITERATURA URBANA MARGINAL – arte na periferia, o mais novo livro do escritor, poeta e professor Germano Gonçalves, o Urbanista Concreto. Que foi lançado na bienal do livro 2016. O livro conta com o prefácio do escritor Wesley Barbosa e ainda com a contra capa de Marcos Teles Tecora, da Cooperativa de Músicos e Artistas da Periferia de São Paulo – COOPERMUSP. É um livro de ensaio social, um estudo de mais ou menos três anos, em que envolveu seu TCC – Trabalho de Conclusão de Curso, a respeito de uma literatura que esta crescendo por demais nas periferias do Brasil, em particularmente o autor resolveu tornar claro ou inteligível, o que se diz respeito à literatura marginal, o adjetivo “Marginal” e suas conclusões a respeito de que se fala; que é objeto de discussão, pois o adjetivo em questão diverge do bandido propriamente dito, mas que envolvido de uma forma ou de outra, por morar em regiões periféricas as margens das grandes cidades.


A literatura marginal ou periférica começou a ganhar atenção dos teóricos há pouco mais de uma década, mas quase sempre tratada sob o ponto de vista do intelectual.  Nos últimos anos a cultura de periferia começou a ser ouvida por meio de outras fala, comprometidas com seus locais de expressão e que ecoam experiências vividas.  Procura-se neste trabalho mostrar a rotina de adolescentes, jovens e até mesmo adultos que moram em ocupações urbanas, com suas questões de insegurança e a angústia de quem tem a consciência de estar na ilegalidade, sem o conhecimento literário, vem mostrar que a literatura, tanto quanto a poesia não é somente para os acadêmicos e intelectuais, e de que só quem possui o dom é capaz de fazer poesia, ou ser escritor.


 “Na época moderna à literatura cabe um papel integrador. O papel de superar o abismo existente entre a arte e a vida, arte e ciência, na medida em que ela mesma é concebida como uma forma de conhecimento dessa totalidade, que é o homem” Maurício Tragtenberg (1960, p.3).

Uma literatura que esta crescendo por demais nas periferias do Brasil, a literatura marginal periférica divergente, um gênero literário, que vem com a proposta de incentivar à leitura no meio das comunidades e das pessoas de situação menos favorecidos, e mostrar o valor que se encontra nas regiões periféricas deste país, baseado na tese que o autor defendeu na faculdade UNIESP, entre sua vivência nesse gênero literário e todo seu conhecimento, vem agora com essa obra, levar a público seu aprendizado e seus embasamentos, para que os leitores atentem para este assunto, que vai além da literatura, pois ultrapassa barreiras no sentido social, e mostrar que quem esta as margens também esta integrado com a arte no geral, aqui demonstrada pelo lado literário. A obra ainda discorre a respeito do adjetivo marginal e suas vertentes, todo seu contexto, boa leitura para todos e que esta obra sirva de incentivo, pesquisa e de uma nova visão de mundo.


BANNER DO LANÇAMENTO NA BIENAL DO LIVRO 2016.


CHAMADA PARA O LANÇAMENTO DO LIVRO.




ESTANDE DA EDITORA "APMC" NA BIENAL DO LIVRO 2016.



JUNTO AOS ESCRITORES DA EDITORA "AMIGOS DAS LETRAS".

COMO COMPRAR!
"Literatura Urbana Marginal – arte na periferia", o novo livro de Germano Gonçalves, autor de O EX-EXCLUÍDO, já está nas periferias, favelas, vielas e becos, livrarias. Garanta seu exemplar!
VENDAS.
Com o autor inbox no facebook: Urbanistaconcreto.germano, ou pelo e-mail: oescritor1@hotmail.com. ENTREGA EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL MEDIANTE DEPÓSITO EM CONTA CONRRENTE NOS BANCOS.
ITAÚ – AG: 7910 / Conta-corrente nº 00496-4
BANCO DO BRASIL – AG: 7038-6 / Conta corrente: 6303-7.
VL. R$ 30,00
E AINDA NA INSTITUIÇÃO FORÇA CULTURAL.
Rua Francisco Lobo, 10 – Pq. São Rafael – São Paulo – SP – Whatsaap: 9.6371-7522.
LIVRARIA ALTA E FINA.
Avenida: Baronesa de Muritiba, 691 – Pq. São Rafael – São Paulo – SP – Tel: 2012-0696 / 9.9262-5604.
VALOR R$ 30,00. ADQUIRE O SEU VALEU!
O livro de Germano Gonçalves é um ensaio social das vertentes na literatura marginal periférica divergente.

TRAGTENBERG, Maurício. A importância da literatura para o homem de cultura universitária, qualquer que seja sua especialização. Separata da Revista de História Nº 44, 1960, (FFCL – USP), São Paulo. Publicado na Revista Espaço Acadêmico, nº 07, dezembro de 2001.

Obrigado Senhor por mostrar o reconhecimento de meu trabalho literário, por onde quer que eu vá. VALEU!