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domingo, 8 de abril de 2018

PALESTRA LITERATURA URBANA MARGINAL

PALESTRA MARGINAL!!!

De palestra em palestra, levando a literatura marginal periférica divergente, onde ela possa chegar!
Confira alguns lugares em que a literatura marginal chegou, sempre nas mensagens do escritor e professor Germano Gonçalves.

 PALESTRA NA FACULDADE SANTA IZILDINHA - UNIESP.

 SANTA IZILDINHA - UNIESP.

 PALESTRA FÁBRICA DE CULTURA SAPOPEMBA - ZONA LESTE.

 FÁBRICA DE CULTURA SAPOPEMBA.

 PALESTRA SARAU URBANISTA CONCRETO
BIBLIOTECA DO CEU SÃO RAFAEL
ZONA LESTE.

 RECONHECIMENTO DA PALESTRA FACULDADE SUMARÉ.

 PALESTRA FACULDADE SUMARÉ.

 PALESTRA FACULDADE SUMARÉ.

 PALESTRA BIBLIOTECA DO CEU SÃO RAFAEL
ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL I.

 PALESTRA BIBLIOTECA CEU SÃO RAFAEL

 PALESTRA PROJETO QUEM LÊ SABE POR QUÊ!

 PALESTRA PROJETO SÃO PAULO EM PAUTA.

 PALESTRA BIBLIOTECA CEU CAMINHO DO MAR
JABAQUARA SÃO PAULO - SP - ZONA SUL

 PALESTRA CEU CAMINHO DO MAR - ZONA SUL.
 PALESTRA NA CASA DE CULTURA MUNICIPAL SÃO RAFAEL.

 ESCRITOR ALESSANDRO BUZO NA PALESTRA
DA CASA DE CULTURA MUNICIPAL SÃO RAFAEL
ZONA LESTE.

ANÚNCIO PALESTRA LITERATURA URBANA MARGINAL.



quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

PROFISSÃO PERIFERIA

Profissão periferia
Por Germano Gonçalves. 

Em algum tempo passado, os lixos eram revirados pelos cachorros que se davam o nome de vira-latas, até hoje conhecidíssimos remexiam a procura de algo para se alimentarem, deixando as mulheres donas de casa, que ajeitavam os sacos com os resíduos da cozinha, e os colocavam em frente ao portão, para serem recolhidos pelo caminhão dos coletores de lixo.
Como sempre antes que os mesmos chegassem, os cachorros faziam a festa e rasgavam os sacos, espalhando todas as imundices pela calçada e no meio da rua, as mulheres ficavam furiosas espantava os animais com vários gritos, quando viam os filhos dessas mesmas mulheres em defesas delas, atiravam pedras nos animais irracionais, no entanto nos dias de coleta era sempre a mesma coisa.
Por causa desses tormentos inventaram umas lixeiras, que ficavam longe do solo, era sustentado por uma barra circular de ferro, em sua ponta se localizava o local para colocar os sacos de lixo, assim facilitou o trabalho das donas de casas, pois o lixo fica longe dos animais, alguns lixos ainda se encontram na calçada, atormentam ainda as donas de casa, porque não é toda residência que tem uma lixeira, sabe se lá porque nem todos adotaram essa técnica.
Hoje em dia principalmente nas vilas ditas periferias, as lixeiras passaram a ser alvo dos homens; isso mesmo dos homens, seria ironia dizer que disputam território com os mamíferos quadrúpedes, esses homens muitos deles desempregados, com idades avançadas se aposentaram ou se desligaram de uma empresa qualquer, recebem salários insignificantes que mal da para o pão de cada dia, porem é natural ver também, crianças que se ocupam desses afazeres e quando faminta pega do lixo qualquer alimento que pareça estar em boas condições para matar a fome, jovens que se perderam na vida por fatalidades, oportunidades que não conseguiram obter melhor posição social, largaram os estudos muitos se entregaram a bebidas alcoólicas, outras pessoas sem famílias que vieram para cidade grande em busca de estabilizar-se em uma empresa e se dar bem na vida, como o destino prega coisas contrária, oposto à razão que ficamos sem entender, então esses homens velhos ou jovens têm que sobreviver, pois viver não dá mais, logo vegetam. Então fazem de catar lixo suas profissões.
E olha que se tornou uma oportunidade disputadíssima, são homens e mulheres em busca da sobrevivência, esses lixos caseiras são vasculhadas por eles que procuram latas, papelões, garrafas, ferro e tudo o mais que possa ser vendido, espantam até os cachorros que se aproximam, e todas as vezes que o caminhão do coletor de lixo passa nas ruas dos bairros, antes que os mesmos, eles aparecem e reviram todas as latas e sacos de lixos, todos trabalham para os tais ferro-velho, que trabalham para as companhias de aparas de papelão, alumínio e outros materiais recicláveis, pagam uma ninharia pelos serviços prestados aos catadores de lixos, que enchem seus carrinhos de madeiras, ou de carcaça de geladeira.
Tem catadores de lixo que trabalha com disposição, para levar o sustento de cada dia para dentro de seus aposentos, com o pouco que ganham comprar o necessário para o consumo pessoal de seus familiares, outros são ociosos gastam o que ganha com cachaças e cigarros, vivem pálidos, descarnados e quebrados sem brilho.
Os que são fiéis ao seu trabalho, ajeitam os montões de lixos das casas em um só local da rua, facilitando o trabalho dos homens da limpeza pública que recolhe e conduz ao depósito de lixo, para ser incinerado, aterro sanitário, o lixo é enterrado e compactado por tratores.
As donas de casas agora não, mais se preocupam com os cães e, nem com o homem, certo que alguns parecem individuo salteador, porem é melhor revirar o lixo da dona de casa do que a casa da dona, e essas protetoras dos lares domésticos ficaram mais apreensivas, nada a ver com os homens maltrapilhos que catam os lixos e, sim pelo respeito a eles que são pessoas as quais não tiveram instruções familiares, ou por ironia do destino caíram nesta vida, teriam essas mulheres que orientar seus filhos, pois sabemos muito do que uma criança pode fazer um garoto peralta, por exemplo; todo cuidado é pouco, logicamente que não podemos maltratar nem um animal.
Quando do raiar com os cachorros pela baderna que aprontavam nos cesto de lixos, seus filhos vinham em sua defesa, tinham que orientá-los; a não lesá-los fisicamente, atirando-lhes pedra ou até mesmo os atacando com pedaços de madeira e, qual seria a reação das crianças ao ver um homem que anda mal vestido e esfarrapado parado em frente ao seu portão, revirando latões de lixos que transbordam algumas coisas de útil.
E essas mulheres com seus afazeres caseiros, que já educam seus filhos para serem homens de bem, porem ao presenciar uma atitude dos catadores de lixo perante os seus filhos, teriam que reeducá-los e de certa forma dizer a eles que é a luta pela sobrevivência, que o trabalho engrandece o espírito humano, faz a pessoa ser digna e manter uma postura de um vencedor, que não é vergonha nenhuma trabalhar, seja ele qual for o serviço, por tanto temos que respeitar a todos como a nós mesmo.
A verdade é que os homens ditos catadores de lixos, quando na verdade não são lixos e sim materiais recicláveis, separados, que vão ser usados para se tornarem matérias primas de um novo produto, ou serem aperfeiçoados, os vidros e garrafas podem ser usados para fazer novos vidros e garrafas, restos de metais, papeis, e papelões também podem ser reciclados, resultando em um admirável produto para a serventia da sociedade.

Esses homens freqüentemente, quando do dia de recolher os lixos das casas, eles estão assíduos em seus lugares para mais um dia de trabalho árduo, mas gratificante em alguns momentos, porque todos nós temos o nosso momento de alegria seja onde for. E vida que segue, sempre.


sábado, 6 de janeiro de 2018

DE SARAU EM SARAU!

SARAU PENSE JÁ!!!

De sarau em sarau, fui prestigiar o sarau PENSE JÁ, organizado pelo poeta e slammer Cleyton Mendes, o primeiro do ano de 2018 e de muitos que quero estar, levando a minha literatura urbana marginal, e conhecendo novos poetas e escritores da cena periférica, e revendo sempre um amigo das letras, pois onde existe sarau, lá está o poeta o escritor o artista, que anda de sarau em sarau em busca de mostrar sua arte, e transmitir paz para a humanidade, incentivando à leitura com suas poesias, e a arte em geral em seu segmento artístico, muito gratificante poder somar junto a este sarau que já é referencia entre os eventos de sarau, espalhado por nossas periferias e por todo o Estado bem como nosso imenso Brasil, levando a literatura, a arte e a cultura para que possamos ter um mundo melhor para se viver, sem as injustiças do poder publico que deixa a desejar, nos assuntos sociais, mas por intermédio da literatura, arte e cultura, podemos soltar a nossa voz, pois essa é a nossa resistência, e nossa caminhada, confira um pouco mais do que rolou no sarau pense já, aqui e vamos de SARAU EM SARAU, valeu!


























quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

LITERATURA E RESENHA - O PENSAMENTO E O VENTO.

O PENSAMENTO E O VENTO.

RESENHA DO LIVRO: PENSAVENTO - Cotidiano atípico.
De: Breno Ferreira.


Conheci Breno Ferreira em um sarau, na Universidade Federal do ABC, campus de São Bernardo do Campo, e logo vi um poeta de talento, pois também conheci uma de suas obras, o livreto Cotidiano Atípico – Pensavento, e confesso muito bem elaborado e escrito, tem qualidade e conteúdo.
E logo ao observar a capa, já notei que eram escritos agradáveis, já pelo o título, e depois passando as vistas nas poesias, concretizei o que pensava, notei que Ferreira coloca uma estética nos títulos, de juntar as palavras, e observei também, eu como um admirador da poesia concreta, traços neste gênero, e mais ainda por ser adepto de Leminski aí achei a obra divina. Já que eu mencionei estética, vou falar um pouco do livro físico, sim livro, pois não vai chamar aqui de livreto não, pois eu vi o tão grande que é esta obra, o valor que ela tem é muito além do que um livreto. São verdades caros leitores, se vocês adquirirem um exemplar vai se confirmar o que digo. Uma obra no estilo artesanal, muito bem elaborada, muito bem escolhida, a respeito do papel, e penso que as poesias também foram selecionadas com cuidado.
O legal da obra também que eu notei, é que realmente as coisas passa pelo cotidiano do dia-a-dia das pessoas e que se afasta do normal, vamos dizer assim.
Abre a obra com a poesia de nome da obra, “PENSAVENTO” com um quarteto muito bem escrito, com o vento se misturando com os pensamentos, e prosseguindo na leitura caros leitores se depararão com uma poesia no estilo poesia concreta, logo de entrada, na página (02) dois, um coração e as frases no meio, que não vou aqui relatar, pois esta resenha aqui é para que você leitor, tenha a vontade imediata de adquirir a obra. Só posso dizer que vão gostar, pois este estilo de poesia aparece pela obra toda, juntamente com um estilo de se fazer poesia, que eu também gosto muito, são os poemetos aquelas poesias pequenas, acho o Maximo, com tercetos e duetos, mas no estilo livre.
Disse que não iria colocar nada de poesia de Ferreira pra vocês leitores, mas vou dar uma pitadinha poética pra vocês, pois sei que vão amar esta poesia, que foi uma das melhores que li no livro, e como eu disse - o autor utiliza de uma vedante nas palavras típico de grandes poetas, no reforço de juntar as palavras então aí vai um trecho de: AMOR(FINA), muito louca.

Para a minha
E a sua dor

Sua morfina
Desperta
Cafeína.

Uma dose, por favor!
Não de amor, mas de morfina
Amor(tece) os sentidos
Os tecidos.

Para que possa
Amara de novo e de novo e de novo
O novo
Sem sua antiga e cicatrizada
Ferida. (p.06)

É ou não é uma obra prima, sem deixar a desejar nada pra os grandes poetas, dos grandes clássicos da nossa literatura, isso porque nosso escritor está só começando.
E continuando neste estilo, vocês caros leitores vão se deparar, com a poesia: “CHEIRAMOR” (p.10), “DIANOITES” (p.17) muito boa também, e aqui nesta obra Ferreira também nos traz, poesias românticas, lógico a seu estilo como a poesia “BRUNA” (p.14), acho que todas as meninas que lerem está obra depois de ler esta poesia vão querer se chamar Bruna, e logo na próxima página vem àquilo que já me confirmava, por eu adorar esta obra, tem uma poesia inspirada em Paulo Leminski, uma poesia digna de sua inspiração, “VIA LÁCTEA” (p.15), só a primeira estrofe então:

Estava te Vênus
Era quente
Sol queria a-Marte.

Sacaram que ideia, que sensibilidade com as palavras, sem contar que na obra toda, tem uma carga rica de elementos poéticos, que dão vida as poesias e todo o sentido de um poeta que sabe para que viesse que sabe o que quer. Finalizo está pequena resenha, vos falando leitores pense e adquirem, pois vala a pena ler Breno Ferreira, pois o autor soube colocar bem aquilo que temos que ter consciência o pensamento e o vento. VALEU!




segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Poesia! Arte! Ação Que comece o SARAU!”

Sarau Urbanista Concreto Dezembro de 2017 último Sarau do ano!



Por tudo que passamos por nossa vida, sempre estamos carrancudos, por fazermos parte de uma sela de pedra, existem coisas melhores a existem sim, como este espaço da Força Cultural, que realiza atividades em prol da comunidade, espaço pra gente ser feliz, gritar, cantar, dançar, interpretar, sim interpretar a vida, para que podemos sonhar voar, e alimentar a alma, com toda calma do mundo, não há nada melhor, alimentar nossos corações, e mostrar para a humanidade que se é possível fazermos um mundo melhor para se viver, enchermo-nos de brio, de brilho como uma verdadeira estrela, que tem dentro de cada um... Sim... Fechamos com chave de ouro, um sarau inesquecível, o último Sarau Urbanista Concreto de 2017, numa tarde incrível, emocionante com pessoa maravilhosa, mostrando que se é possível, amar, rir, chorar, e dizer que queremos e vamos ser feliz, por intermédio da arte, poesia e cultura, que nos trás o conhecimento. A certeza de que estamos no caminho certo, como acredita os urbanistas concretos que apresentaram o sarau para o publico, e anunciaram as atrações que abrilhantaram o sarau. E o fechamento com chave de ouro ficou por conta do Sarau itinerante Sensorion, que fez uma bela homenagem ao escritor, poeta e idealizador do Sarau urbanista concreto, pois era tarde de lançamento de sua obra: “Contos Marginais” – a integrante e também idealizadora do Sarau Sensorion, Shellah Avellar a qual fez o prefácio da obra em questão, e os componentes da escola livre de teatro de Santo André, apresentaram em uma surpresa emocionante, o texto do prefacio em performance com os integrantes do sarau sensorion, foi magnífico, maravilhoso e esplêndido, não só para o homenageado, mas para todos que estavam no sarau, tanta energia positiva, tanta alegria, tanta diversidade e carinho pelo sarau, demonstrado em cada fala, cada rosto, cada gesto uma sintonia pela arte, cultura e o conhecimento. Este é um sarau onde predominam os artistas, e claro que o publico também têm o seu lugar. Como sempre, nos dias de sarau, promovem-se as apresentações sobre as mais variadas linguagens artísticas, e das mais diversas formas… como as apresentações do escritor José Severino Pessoa que nos apresentou sua mais recente obra: “Só o amor constrói”, o casal Neide e Jorge Sales, que nos trouxe um pouco da música gospel, em ministério mover do espírito, o escritor e poeta Jonas Luiz, com sua magnífica obra: “Saiu da alma virou poesia”, o nosso amigo e agora parceiro no apoio cultural Iuri Ignes da Isi Informatica, a bela e inesquecível apresentação do prefácio da obra Contos Marginais, interpretada pelo coletivo do sarau Sensorion, em uma homenagem ao escritor Germano Gonçalves que estava lançando o livro, agradece profundamente a Shellah Avellar, Ayiosha Avellar, Carlos Medeiros, Carlin Franco, Leon Henrico Geraldi, Willam Barros e Matheus Heitor, pela brilhante performance. E por falar em brilhantismo tivemos a honra de receber no sarau o esplendido dramaturgo Jetter Castro que trouxe contigo os atores maravilhosos, para encenar a peça o Homem em Abandono da companhia do abismo, os atores Rafael Woss e Laura Severo, em uma magnífica apresentação sobre os percalços dos homens abandonados, pela sociedade e por uma boa parte da humanidade, uma interpretação que faz com nós, cada um de nós revemos nossos conceitos sobre o próximo, vida longa a todos.
E se fechamos com chave de ouro também ficou na memória a apresentação individual de alguns componentes do sarau sensorion, recitando e cantando para o público presente, trade mais que magnífica e gostosa de se passar, em um lugar gostos de estar, sarau urbanista concreto e espaço força cultural.

E foi isso no sarau urbanista concreto, mas sabemos que toda diferença fica por conta das pessoas, pois deixa a certeza de que este momento valeu à pena, pois foi um instante vivido por cada individuo que ali estava, e que puderam sentir a essência desta arte, é importante e muito gratificante ’sermos felizes’; o mundo lá fora precisa saber disso, participar disso, pois tudo isso é uma chama viva no acompanhamento da vida externa dos artistas e publico deste sarau. Assim, neste último sarau de 2017, a amizade, o carinho e a consideração estiveram sempre evidentes, e foi uma grande companheira! Pois os amigos devem sempre acompanhar-nos nos vários momentos da vida…






























































FOTO COLETIVA.

Por fim, o sarau normalmente está cheio… Repleto de afetos, de partilhas, de laços, de amizade, de estima e de camaradagem… completa pela beleza humana que aceitou viver este espaço de não se acomodar, e saudavelmente nutrir a sua energia e vitalidade todos os sábados à tarde com os amigos da poesia, música, teatro, dança e todas as vertentes das mais variadas linguagem artísticas! Gratos por tudo, nós continuaremos a criar as nossas “felicidades artísticas”, a fazer e acontecer espetáculos como o sarau, e a trilhar a felicidade! Isto é sarau.
O espírito destes artistas, das amizades, vai continuar a fazer acontecer que tenham como essência a valorização dos seres humanos que freqüentam este, e outros saraus com determinação, pois no novo ano que se aproxima (2018) estaremos a partilhar com a sociedade um novo sarau literário: “Sarau Urbanista Concreto”!
FELIZ NATAL PRA TODOS (AS) E BOAS FESTAS UM 2018 REPLETO DE REALIZAÇÕES, MUITA SAÚDE E PAZ.!